Chicago e Portland entram na disputa por jogos da Copa Feminina 2031

Chicago e Portland entram na disputa por jogos da Copa Feminina 2031

Chicago e Portland, no Oregon, entraram na corrida para sediar jogos da Copa do Mundo Feminina de 2031, segundo a ESPN. Entenda o que muda na disputa pelas sedes do torneio nos Estados Unidos.

✍️ Wallyson Duarte 10 visualizações

Contexto e importância

A corrida para sediar jogos da Copa do Mundo Feminina de 2031 ganhou dois novos nomes. Segundo a ESPN, Chicago e Portland, no Oregon, entraram no processo de candidatura como possíveis cidades-sede.

O torneio de 2031 será realizado nos Estados Unidos e marca uma nova fase da competição, com formato ampliado para 48 seleções.

Por isso a escolha das cidades pesa tanto. É ela que define estádios, público, estrutura de viagem e o legado do maior evento do futebol feminino.

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Destaque

Duas cidades de perfis bem diferentes, uma metrópole do Meio-Oeste e uma capital do futebol feminino no noroeste, entram na briga por jogos da Copa de 2031.

O que aconteceu

A informação foi confirmada à ESPN por fontes ligadas ao processo e divulgada em 17 de outubro de 2026. Chicago e Portland formalizaram o interesse em receber partidas do torneio.

As duas cidades se juntam a outras praças americanas que disputam espaço no mapa da Copa. A lista final de sedes ainda não está definida.

A escolha depende de etapas de avaliação, que costumam levar em conta estádios, infraestrutura, hospedagem, transporte e apoio local.

Impacto no clube/seleção/competição

Para a competição, cada cidade candidata amplia as opções e aumenta a concorrência. Isso tende a melhorar a qualidade das propostas apresentadas.

Portland tem forte identificação com o futebol feminino, em grande parte por causa do Portland Thorns, clube conhecido pelo apoio da torcida. É um argumento que pesa a favor da cidade.

Chicago chega com a força de uma das maiores áreas metropolitanas dos Estados Unidos e com experiência em receber grandes eventos esportivos. Para o torneio, isso significa potencial de público e visibilidade.

Reação do mundo do futebol

A notícia foi acompanhada de perto pela imprensa esportiva americana, que já trata a definição das sedes de 2031 como um dos temas centrais do futebol feminino na próxima década.

Entre os torcedores, o debate costuma girar em torno de qual cidade oferece o melhor ambiente. Mercados grandes atraem atenção, mas cidades com cultura própria de futebol feminino costumam lotar estádios.

Como em toda disputa por sedes, cada candidatura deve mobilizar autoridades locais, clubes e empresas na tentativa de convencer os responsáveis pela decisão.

Escolher sede é escolher o cenário em que o futebol feminino vai ser visto por uma geração inteira.

Histórico relevante

Os Estados Unidos já receberam a Copa do Mundo Feminina duas vezes, em 1999 e em 2003. A edição de 1999 ficou marcada pela final no Rose Bowl, em Pasadena, vencida pelas americanas nos pênaltis sobre a China.

Em 2003, o torneio foi transferido para os EUA depois que a China abriu mão de sediá-lo por causa de um surto de SARS. Portland recebeu partidas daquela edição.

Antes de 2031, o calendário passa pelo Brasil. A Copa Feminina de 2027 será a primeira disputada na América do Sul.

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História

Portland já tem lugar na história das Copas femininas por ter recebido jogos do torneio de 2003, disputado nos Estados Unidos.

Números e estatísticas

O número que define o tamanho da disputa é 48, a quantidade de seleções prevista para a edição de 2031. Mais seleções significam mais partidas e mais estádios necessários.

Com a entrada de Chicago e Portland, são pelo menos duas novas cidades no radar para receber jogos, segundo a reportagem da ESPN.

Os EUA já sediaram dois Mundiais femininos, em 1999 e 2003, e agora se preparam para o terceiro.

48Seleções previstas para a Copa de 2031
2Novas cidades na corrida: Chicago e Portland
3ªCopa Feminina nos EUA, após 1999 e 2003

O que vem pela frente

O próximo passo é a avaliação das candidaturas. Ainda não há data confirmada para o anúncio da lista final de cidades-sede.

Até lá, outras cidades podem se juntar à disputa, e as propostas devem ganhar detalhes sobre estádios, estrutura e apoio local.

No campo, as atenções se voltam primeiro para a Copa de 2027, no Brasil, que servirá de vitrine para o crescimento da modalidade.

Opinião do especialista

A entrada de Chicago e Portland mostra que a Copa de 2031 já mobiliza as cidades americanas. Isso é um bom sinal para o futebol feminino, que ganha uma disputa por visibilidade.

Portland representa a aposta na cultura da modalidade. Chicago representa a aposta no tamanho do mercado. Os dois caminhos têm mérito.

O que vai pesar de verdade é a capacidade de encher estádios e entregar uma experiência de nível mundial para as seleções e para os torcedores.

Minha leitura: a melhor sede não será necessariamente a maior, e sim aquela que transformar cada jogo em festa. Portland tem a cultura, Chicago tem a escala. Quem juntar as duas coisas leva vantagem.

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